terça-feira, 4 de dezembro de 2018

A BELA É FERA
Marcela Noleto conquista
 o mundo da Vaquejada
Uma das mais belas maranhenses mostra que nasceu para vencer


Quem viu Marcela Noleto nas ruas de São João dos Patos, alta, charmosa, elegante, linda e, competente naquilo que fazia, sabe que ela iria longe... E está indo, não para por aqui.

Desde criança era muito dedicada, quer na sala de aula, passando pelo esporte ou até em uma gincana, a Marcela era top em tudo.

Sua capacidade é algo que a acompanha sempre. O mais engraçado de tudo isso é que entre a sensualidade feminina está a garra de uma verdadeira vaqueira.

Ela sabe separar os dois. E como sabe. A Marcela que nós aprendemos a respeitar é nada mais nada menos do que Tricampeã Brasileira de Vaquejada Feminina. Uma referência para muitas mulheres. 

Mas não é somente no esporte que Marcela brilha. Na vida profissional ela é também uma estrela. Confira:

* Mestre em Atividade Física e Saúde, pela Universidade Católica de Brasília - UCB;

* Pós graduada em Fisiologia do Exercício e Treinamento Resistido na Saúde, na Doença e no Envelhecimento, pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo - HCFMUSP;

* Fisioterapeuta;

* Profissional de Educação Física;

* Mais de 15 anos de experiência com Grupos Especiais;

* Professora e Palestrante;

* Fundadora do Exercício para Saúde.


Neste domingo (2/12) Marcela Noleto venceu mais uma, aliás mais um campeonato. Ela foi campeã de uma Vaquejada em Arapiraca-Alagoas, no Parque Divina Luz.

Guiar o seu cavalo que a acompanha nos campeonatos Brasil afora, ter a força para derrubar o boi e, a garra de uma vaqueira não é feito somente pelo prazer do esporte, é um amor que Marcela Noleto leva no peito.


Sem perder a graciosidade Marcela vence mais um campeonato de Vaquejada

Receber o troféu de Campeã é rotina na vida da vaqueira (imagem da Vaquejada de Arapiraca-AL) 













REVIRAVOLTA NA POLÍTICA PATOENSE:
LÍDER DA OPOSIÇÃO É A NOVA CHEFE DO LEGISLATIVO
Vereadora é eleita presidente da Câmara e, de quebra, desmonta grupo de Zé Mário 

A política é dinâmica. O que ontem foi salgado, hoje poderá ser doce. Em apenas dois anos passados entre 2016 e 2018, muita coisa aconteceu, e os ventos mudaram o rumo na política patoense.

Quem antes era minoria, agora passa a ser maioria. E ao menos na Casa Legislativa de Patos quem dará as cartas, desta vez, será a oposição.

O espaço não foi ganho à toa. São dois anos, ininterruptos, de bombardeios em cima da atual administração.

Dona de um discurso veemente e muitas vezes exagerado, a vereadora Thuany Costa conseguiu o que o próprio líder politico e ex-prefeito Zé Mário, subestimou: chamar para si a responsabilidade de tocar a carroça dos insatisfeitos.

Uma carroça que vai aos poucos virando uma Ferrari. Thuany não é aquela parlamentar que, digamos, vamos aplaudir de pé. Mas se esforça. No Direito, aprendeu na faculdade que quando não se ganha pelas provas, pode-se ganhar pela emoção. Daí saem seus discursos teatrais.

Na eleição de 2016 foi uma companheira do marido para todo o momento. E, ao lado de Alexandre soube administrar a derrota. Que não foi total porque ela foi eleita vereadora.

Sua colocação não foi lá essas coisas para quem tinha a pretensão de tornar-se primeira dama: foram 618 votos (4,08% dos votos válidos), ficando em oitavo lugar.

Porém, a oportunidade que o povo patoense deu à vereadora Thuany está sendo bem aproveitada naquilo que ela se propõe e julga ser o certo. E ela deita e rola na tribuna, como também nas entrevistas que concede aos seus aliados.

Já foi chamada de "covarde" no programa "A VERDADE" da Rádio Sertão FM pelo apresentador Chico Papagaio numa de suas revoltas mequetrefes que ele leva ao ar diariamente.

Há poucos dias, vazou um áudio da vereadora Rayanna Noleto, onde ela afirmava que a mulher de Alexandre não votaria no vereador Raimundo Filho. Fato negado pela parlamentar.

Era a senha que faltava. Ninguém que é candidato já tendo uma ideia fixa na cabeça e no coração, bastando somente a ação, iria aceitar dar votos para quem almejava o mesmo cargo.

Raimundo era carta fora do baralho. Como foi o vereador Geovany Beltrão, quando em 2016 era o candidato de uma candidatura suicida. Só quem acreditou nesta candidatura foi ele mesmo, talvez entre um gole e outro...

Recentemente, o jogo virou. Rayanna Noleto rompendo com a prefeitura, leia-se ZM e sua esposa prefeita Gilvana, era o que faltava para começar a virada da oposição.

Isso, sem falar que em pleno ano eleitoral estadual o vereador Márcio do Kizoeira resolveu voar sozinho. Há muito tempo Márcio já não era mais do grupo. Não me estranha a sua saída.

O que você acha quando um membro de um grupo político faz o que ele fez durante uma campanha eleitoral?

Eu escrevi sobre isso no meu blog. Falei do "fogo amigo" na campanha de seu candidato à deputado estadual.

Mas Kizoeira não está errado. Ele tem as suas pretensões. Devemos respeitá-las. O próprio Zé Mário já agiu assim quando quis sair do grupo Rocha Santos, e filiou-se ao antigo Partido Liberal (PL) para lançar uma candidatura pirão sem sal de Juvenal Leite (1992) à prefeito de São João dos Patos.

Se ele não tivesse dado esse passo importante em sua vida política não teria se tornado o CABEÇÃO ganhador de votos.

O problema é dizer e fazer isso no momento de soma e, não de divisão.

O rompimento era inevitável. ZM e Gilvana não engoliram a derrota nas urnas de Rogério Cafeteira para Dr. Yglésio. Bem debaixo de seus narizes.

E a resposta viria.

Márcio ser presidente da Câmara? Só em seus sonhos...

Da última vez que falei sobre a corrida para Câmara Municipal, o próprio ZM me ligou alterado, dizendo que eu tinha falado (escrito) demais, etc.

A matéria do blog é intitulada "VAZAMENTO DE ÁUDIO MOSTRA DISPUTA INTERNA".

Eu disse para ele: "Zé Mário, eu escrevo o que penso".

Depois, à noite, ele (ZM) mais calmo conversamos, e entendi o seu posicionamento e ele o meu. Fazia parte de sua estratégia, o silêncio.

Hoje, mais uma vez, escrevo o que penso. Não tem dinheiro que pague o meu pensar, deixo bem claro.

A derrota de seu candidato Carlos Alberto à presidência da Câmara não é a derrota de seu grupo de vereadores e muito menos da prefeita Gilvana Evangelista, é a derrota comum aos desgastes. Acendeu a luz vermelha.

SÓ NÃO VÊ QUEM NÃO QUER!!!

E AGORA, JOSÉ?




QUEM É A NOVA PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL?


Thuany Costa de Sá Gomes, nasceu em 15 de fevereiro de 1991, advogada, casada desde novembro de 2009, com o médico ortopedista Alexandre Magno Gomes, que na última eleição municipal concorreu ao cargo de prefeito.


Natural de São João dos Patos-MA, a jovem política é filha de Américo Noleto de Sá e Osmalinda Costa de Sá, ambos lavradores, moradores do Povoado Várzea do Meio.

Thuany é primogênita de três irmãos, estudou até o ensino médio em escola pública, se destacando desde muito cedo nos eventos escolares em defesa da população.

Se formou aos 23 anos como Bacharel em Direito, sendo aprovada na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).


Concorreu ao legislativo em 2016, assumindo em 1º de janeiro de 2017 a função de vereadora no município de São João dos Patos.

No último dia 3 de dezembro entrou na disputa do Legislativo, e foi eleita a nova presidente para o biênio 2019/2020.

Agora, temos algo a comemorar, o empoderamento da mulher patoense. Uma no cargo máximo do Executivo, a prefeita Gilvana, a outra no cargo máximo do Legislativo, a vereadora Thuany. 

Onde isso vai parar? 

Não sei. Mas estarei aqui para escrever os acontecimentos e suas repercussões, tenha certeza!




quinta-feira, 29 de novembro de 2018

A MALDIÇÃO DOS EX-PREFEITOS 
DO MÉDIO SERTÃO
A maioria dos candidatos nas campanhas dizem que são diferentes,
 e acabam fazendo igual aos outros

Você já acreditou em candidato A ou B, fez campanha para ele, buscou mais votos, elegeu, foi para festas da vitória e posse, mas durante o mandato se decepcionou por causa que nem tudo que ouviu e viu virou verdade? 

Não se sinta envergonhado, você não está sozinho. Eu também faço parte desse time. E isso não é vergonhoso para você. É para quem diz que será o "diferente", e acaba sendo o igual aos demais.

Parece existir uma doença (para não chamar de outra coisa) entre os prefeitos do médio sertão maranhense. Eles ganham a eleição, fazem suas lambanças, não têm contas aprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE), e ficam nas mãos dos vereadores que terão a difícil tarefa de ir com o voto de desaprovação do TCE ou de recusar.  Numa linguagem mais clara: FAZER OUVIDO DE MERCADOR.  

Se os vereadores forem os "amiguinhos" do ex-prefeito tudo vai para debaixo do tapete na sala de estar da "Velha Viúva", se foram adversários é pau no lombo.

Aí, meu irmão! Pode inventar gastos com advogados. Os ex-prefeitos sabendo que o peitinho é bom, querem voltar. E, farão de tudo para conseguir na justiça o seu direito de concorrer. Só que eles sabem que em muitos casos a chamada Lei da Ficha Limpa não vai permitir para quem se tornou um "Ficha Suja".

Conheço um cofo de palha cheio deles. Não vou citar nome de nenhum porque todos sabem quem são eles. E tem amigos meus, hein? Eles como Lula juram que são inocentes.

Aliás, nesses casos, jurar inocência não tem mais nem graça. Faz parte do discurso.

Sou do tempo que a gente até sorria quando via um político e sua família ter ascensão financeira em pleno mandato. Inventava-se até piadas. Era carrão para cá, viagem para acolá, família toda nos trinques e, o fumo entrando no povo. 

Uma vez quando em conversa com um fiscal do TCE ele me disse: "Se os prefeitos roubassem 30% e fizessem 70%. Só que os 'caras' roubam 70%, querem aplicar só 30%. Aí, dá muito na evidência".

Claro que o fiscal estava debochando. E querendo me fazer entender o quanto os malacas são FOMINHA na hora de roubar.

Isso, no início da década de 1990. 

Há também quem coloque culpa em contadores das prefeituras. 

Pode ser, porém, é bom que se diga, o prefeito é o responsável pela malversação de tudo o que é público dentro do município. 

Ainda bem que hoje, o Ministério Público (MP) é outro. É uma turma de verdadeiros fiscais do povo. Honram o cargo que estão investidos;

Hoje, os juízes e desembargadores são outros. Há ainda em todo o Brasil, uns viciados ao poder e ao dinheiro. Vendedores de sentenças, mas no geral devemos dar crédito ao Judiciário;

Hoje, a imprensa não só cobra como denuncia roubos, improbidades, dolo ao erário; 

Hoje, o Portal da Transparência rastreia o dinheiro público, mostra convênios, datas e liberação de verbas;

Hoje o "disse-me-disse" da rua vai mundo afora com a internet.

Enfim, HOJE para nós é uma benção vermos que um infeliz que pega o que é do povo ou não administra com zelo mostrando ingerência, e desvio de função de um agente público, dentre outras coisas é um ficha suja... para os políticos maus, uma verdadeira maldição

Eles (os ex-administradores) sabem que estará mais difícil voltar e pegar um "tantinho" ou um "tantão" como fizeram no passado. 

Em muitos casos é a sua aposentadoria da vida pública.

Só há uma porta para essa gente: a porta de entrada é o voto. Mas também é a porta de saída. 


Como diria o cabo Daciolo: "Glória a Deusxxxxxxxxxxxx".













sexta-feira, 23 de novembro de 2018

MORTE DE PATOENSE:
O PERIGO DE UMA DOR DE CABEÇA NÃO INVESTIGADA
O aneurisma quando não mata deixa sequelas para toda a vida

Tenho propriedade para falar do AVC - Acidente Vascular Cerebral - minha mãe morreu como Márcia Lima, ainda muito jovem. Na época dona Maria do Carmo tinha apenas 41 anos.

Fiquei órfão de mãe com meus outros 3 irmãos. O ano era 1989. Já naquele tempo e, com outros recursos bem arcaicos na medicina ouvi uma frase da equipe médica que a atendia e guardei para toda vida: "Se sua mãe fosse mais velha ela não teria morrido. Ela teria uma chance de sobreviver dentro das limitações que o AVC iria deixar".

Foi essa frase que ouvi no passado e, que me impediu de postar até o momento algo sobre o estado de saúde de Márcia desde o início. Me sentia "travado", preso, bloqueado pelas cicatrizes de perder uma mãe. 

Antes da imprensa divulgar que tinha sido um AVC, uma pessoa ligada à família que acompanhava tudo, me passou esta informação, logo após um exame ter diagnosticado o AVC hemorrágico, o mais grave dos dois tipos. Tem também o AVC isquêmico.

Optei pelo silêncio. Não me sentia confortável em postar algo que ainda hoje tenho marcas em minha vida. Mesmo sabendo que era em uma outra família, porém, era o mesmo filme se repetia em minha mente.

Semana passada, ao reencontrar um grupo de patoenses em Fortaleza, perguntei sobre o estado de saúde de Márcia: soube que seus órgãos estavam morrendo. Inclusive, teria tido morte cerebral. 

Falei para a pessoa que me dissertava a situação da paciente o que meu coração sentiu naquele momento: "É uma questão de dias. Ela vai morrer". E foi mesmo.

Márcia partiu. Ela não estava mais aqui há muitos dias, esse é um fato. O cérebro é a "máquina" central do corpo. Se ele morre, deixa de funcionar e de cumprir suas funções para outros órgãos vitais, portanto, a morte é iminente.

Vivi isso em minha família. Sei desta dor. Mas cada caso é um caso, cada um sente de uma maneira diferente o seu vazio.

E a gente acredita em milagres. Mas, saibam, ainda nova e, não morrer logo depois de um AVC hemorrágico foi um MILAGRE!

Márcia é agora uma estrela. Lutou até onde deu, foi uma guerreira como minha mãe. Mas entregou-se ao plano de Deus. 

Creio,  o que a prendeu aqui por todo esse tempo foi o amor, o cuidado, a preocupação pela filha... 

Igualmente minha mãe, que deixou meu irmão caçula com 4 anos de vida. 

Na luta entre a vida e a morte o jogar-se no colo do Salvador é a melhor forma de sair deste mundo.

A morte entrou para o mundo pelo pecado do homem. E Deus nos deu seu filho para pagar pelos nossos pecados. 

Ninguém vai para o céu sem passar pela cruz.

Lamento. Lamento profundamente a morte prematura de Márcia. Mas é bom que se diga, o que ocorreu com a jovem Márcia pode acontecer com qualquer um de nós. 

A dor de cabeça teimosa, insistente e localizada deve ser investigada. Não basta ir ao posto médico, UPA, clínica particular e, tomar paracetamol na veia com soro. 

Isto só vai esconder o mais grave. 

Não sei como aconteceu com ela. Sei que isso ocorre em todo canto do país, sem falar, em nossa automedicação. Está errado.

Faço aqui um alerta: dor, seja ela qual e onde for, tem que ser tratada e, descoberta suas causas. O corpo não é para doer. Quando dói é um AVISO.

Ignorar a pressão arterial alta é colocar a vida em risco.

Márcia passa a fazer parte de uma estatística assustadora. O número de pessoas que morrem prematuramente vítimas de AVC. 

Outro número que preocupa são as vítimas de AVC que ficam com sequelas para toda a vida. 

Meu sentimento é de que, finalmente, ela foi descansar. Sei da dor da perda, mas sei, principalmente, que nesta situação em que ela se encontrava (assim como minha mãe), a morte foi o verdadeiro troféu da luta pela vida.

Que a coroa da Ressurreição seja adornada em sua cabeça junto do Pai. 

Aos familiares, o meu sincero pesar.


SAIBA TUDO SOBRE O AVC

https://www.pfizer.com.br/noticias/O-que-e-acidente-vascular-cerebral-AVC-tipos-prevencao-tratamento





quarta-feira, 21 de novembro de 2018

DEPUTADO DA PREFEITA GILVANA, 
MÁRCIO JERRY, RECEBE BROCHE
Márcio Jerry  (PC do B) feliz e sorridente recebe broche do Deputado "Cuecão"

Com seus poucos 1.585 votos, ficando em segundo lugar, perdendo para o cunhado de Celsinho, Dr. Disney, que recebeu 4.181 votos válidos, o candidato da prefeita Gilvana Evangelista e de Zé Mário, teve uma  votação modesta, para não dizer, vergonhosa em São João dos Patos.

Mas com o apoio da máquina estadual foi bem votado em todo o Maranhão. Era questão de honra, o governador Flávio Dino eleger Márcio Jerry, homem forte do governo.

Jerry foi eleito com 134.223 votos, ficando terceiro colocado nas Eleições 2018,  ao contrário do candidato à deputado estadual Rogério Cafeteira que não conseguiu a sua reeleição. Neste caso, foi taca em Patos e taca na candidatura.

Agora, se aproximando a diplomação dos eleitos,  os neo-parlamentares têm que comparecer na Câmara Federal para cumprir protocolos, apresentação de documentos, conhecer suas moradias funcionais, fornecer os nomes dos assessores, etc.

Nisso tudo, há a entrega do tal "broche parlamentar" que identifica para segurança que aquele cidadão é um deputado  e, portanto,  tem suas prerrogativas e passe livre em todas as dependências da Casa Legislativa. Isto inclui salas das comissões e plenário.

Para azar de Márcio Jerry  (não sei o que ele achou), quem fez a entrega do seu broche foi um velho conhecido meu e dos cearenses, o deputado José Guimarães (PT).

Guimarães é irmão de um outro José, o José Genuíno, ex-deputado federal por São Paulo e ex-presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), condenado no MENSALÃO, lembra? O bandido cumpre prisão domiciliar.

Mas se você não lembra quem é Zé Guimarães, ele foi líder da ex-presidente Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados, lembrou?

Não?

Bom, se eu disser que ele tem um assessor que foi pego com dólares na cueca? Aí, meu amigo, tenho certeza que você vai lembrar.


RELEMBRANDO

A prisão de José Adalberto Vieira da Silva, secretário de organização do PT, no Ceará, serviu para agravar a crise numa já fragilizada cúpula do PT. O assessor do deputado José Nobre Guimarães, irmão de José Genoíno, foi preso no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, ao tentar embarcar num vôo para Fortaleza com 200 mil reais dentro de uma mala, além de 100 mil dólares escondidos na cueca. 

O episódio serviu de estopim para o afastamento do presidente do PT, que já vinha sendo pressionado para deixar o cargo, quando vieram à tona documentos assinados por ele de empréstimos obtidos pelo PT e que tinham como avalista Marcos Valério. No dia seguinte,, Genoíno comunicou sua saída da presidência do partido.



Desejamos boa sorte ao novo deputado. E torcemos pelo seu sucesso. Só esperamos que nestes quatro anos em Brasília não ande em más companhias. À julgar pela imagem da entrega do broche, podemos dizer: "Já começou mal, muito mal".






MOTIVADO PELA "ONDA" BOLSONARO
Jovem se lança candidato 
ao cargo de prefeito

Com discurso da mudança e de olho  no fenômeno Bolsonaro
Um celular na mão e várias postagens fizeram do presidente eleito Jair Messias Bolsonaro (PSL) se tornar um fenômeno político. Ele foi eleito com 57.797.847 (55,13% dos votos válidos). Em sua prestação de contas declarada  teria tido 15 vezes menos gastos do que o concorrente Fernando Haddad (PT). 

Acontece, que segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apontam "inconsistências" e, o partido deve explicações à justiça. Bolsonaro culpa o próprio TSE pelas tais inconsistências. 

Bom, deixemos de lado esses pormenores, o capitão será diplomado e tomará posse em 1º de Janeiro de 2019.

O foco aqui é a candidatura precoce de Lucas Santana. O jovem estudante do Curso de Agronomia do Instituto Federal do Maranhão (IFMA), estando no décimo período, tem 33 anos de idade. 

Filho de pessoas humildes. O pai é um trabalhador rural e a mãe, uma artesã. Seu Domingos Ramos Santana (Ramin) e dona Lídia Silva Correia Santana tiveram outros dois filhos. Lucas se antecipa nas redes sociais e, se lança pré-candidato ao governo municipal de São João dos Patos.

Lucas Santana é filiado ao Partido Socialista Brasileiro (PSB) que no município de São João dos Patos é presidido por Flávio Barbosa (Flávio BGN).

O que chama a atenção no lançamento desta candidatura é o uso das ferramentas de redes sociais. Ao contrário do presidente eleito Bolsonaro, que primeiro discutiu os problemas da nação, fez críticas, e somente se lançou candidato após ter um retorno positivo, Lucas põe o carro na frente dos bois, e lança o seu nome na corrida dois anos antes da eleição.

Em outro ponto em que Lucas Santana não acompanha o pensamento de Jair Bolsonaro é sobre a união entre casais gays. Para Lucas não compete ao estado esse tema. Você terá a oportunidade de conferir na entrevista que fiz com ele. 

Outro dia, no feed de notícias do Facebook vi na página REAIS NOTÍCIAS a citação de nomes da oposição que, de acordo com a publicação, deveriam estar unidos na batalha de 2020. 

A matéria mostrava o real interesse de apresentar Celsinho como um nome para concorrer, inclusive, noutra postagem fala que Celsinho quer "ressuscitar" o "SÃO JOÃO FOLIA". Lembrava outros nomes, como o médico Alexandre Gomes, o ex-vereador Paulo do Zeca (que já concorreu e deve ser nome forte nas próximas eleições municipais) e o empresário Tangará. 

O vereador Márcio do Kizoeira (PDT) chega a ser citado, como nome forte, de acordo com REAIS NOTÍCIAS, caso consiga ser eleito presidente da Câmara Municipal na eleição que ocorre no próximo dia 3 de Dezembro. 

São apenas nomes ventilados. Não se pode esquecer o da própria prefeita Gilvana Evangelista que deverá concorrer à reeleição. 

No caso de Lucas, ele mesmo se lança e espera que seu objetivo seja alcançado na realização de outros que pensam como ele e, abraçarão o seu sonho. Se vai dar certo, bem são outros quinhentos.

Eu conversei pelo inbox do Facebook com o futuro agrônomo. O jovem é bem intencionado, inteligente e, mostra desenvoltura no trato com as palavras. 

Confira o que pensa Lucas Santana, o primeiro a dizer que é candidato ao cargo de prefeito de São João dos Patos:

[ENTREVISTA]

O que pensa o homem que quer ser prefeito de Patos?

RM: Por que você resolveu ser candidato?

LS: Porque percebi que com a minha visão crítica e com proposições simples podemos sim ajudar nossa cidade se desenvolver. O povo precisa de mudanças, temos que acabar os velhos modelos e práticas de campanha com muitos gastos e se focar no que é óbvio de ser feito. Melhorar a eficiência da máquina pública reduzindo a burocracia e modernizando, ganhando tempo e eficiência, além de diminuir a distância do poder público, principalmente, daqueles que mais necessitam. Vejo que hoje o poder das redes sociais é imenso e pode nos ajudar a levar a nossa mensagem.  


RM: E a sua visão crítica o faz  pré-candidato?


LS: Sou pré-candidato para fortalecer a nossa democracia e acredito que nossa cidade não pode ser comandada apenas por uma ou duas famílias e, acredito que jovens como eu gostam de soluções rápidas. O povo deseja o poder público melhor. Eu nunca vi São João dos Patos como uma pequena cidade. Com os recursos próprios e parcerias público-privadas é possível fazer muito mais. Não tem segredo é só aplicar os recursos de uma maneira impessoal, respeitando a nossa constituição.

RM: O que Flávio Barbosa, o "Flávio BGN", que dirige o seu partido em Patos diz sobre sua candidatura?

LS: Não disse nada. Sou apenas pré-candidato, independente de partido. Me lancei para me colocar como um candidato novo e sem padrinhos políticos. 

RM: Mas precisa passar na convenção...

LS: Sim, mas ainda não foi formalizado, temos que aguardar os prazos. Para se lançar pré-candidato é a inspiração, para formalizar é a convenção.

RM: Você diz que quer ser o "novo". Acha que conseguirá apoio?
LS: Com certeza, Rodrigo, esse "novo" aí independente de condição financeira ou ideologias partidárias. Temos que mudar. Primeiro, sendo transparente com o gasto na campanha e se possível o menor custo possível. Temos o poder das redes sociais e em relação aos apoios temos o melhor: ficha limpa e sem rabo preso com ninguém. No primeiro passo é se lançar como pré-candidato e correr em busca de apoio daqueles que acreditam que São João dos Patos pode ser melhor para todos viverem.

RM: Como você acredita que pode contribuir para o município?

LS: Eu acredito que posso contribuir sendo um verdadeiro representante do povo. Sempre lutei por justiça social, corri para fora em busca de conhecimento, escola pública, uso os serviços públicos e acho que chegou a hora de colocar pessoas que batalham e correm atrás dos objetivos na frente da nossa administração.

RM: E como você avalia o governo Gilvana?

LS: Cada governo que passa por nossa cidade deixa marcas positivas e negativas, isso depende muito do ponto de vista. Tenho uma relação de amizade, mas em relação a gestão da Gilvana, vejo que está engessada e saturada. Há um grande desgaste em relação a disputa de poder entre a oposição e a situação, o que muitas vezes atrapalha até mesmo o desenvolvimento de São João dos Patos. Venho com a intenção de unir o legislativo e o poder executivo. Sem esse diálogo aberto é impossível fazer um bom trabalho. Eu acho que chegou a hora de uma cara nova na gestão porque - talvez - Gilvana perdeu a capacidade de dialogar. Mas não basta ter boas ideias é preciso aproximar e ter uma boa relação em prol do nosso município. Acho que os interesses privados devem ser deixados de lado, com o propósito de trabalhar pelo coletivo, principalmente as ações prioritárias de nosso município.

RM: Daria para citar o que existe de positivo e de negativo na administração de Gilvana Evangelista?

LS: São João dos Patos tem uma boa estrutura como município polo do Sertão Maranhense. Boa parte do legado de Gilvana é em relação aos feitios do seu marido em gestões passadas que conta com a experiência de Zé Mário no comando. Como ponto positivo vejo que isso é bom por hora, mas por outro lado estamos em momentos de crise e a gestão precisa inovar e ser criativa com os recursos que a prefeitura tem. Não existe mágica, mas o governo Gilvana precisa ter a cara de Gilvana, acho que ela tem que tomar a frente do negócio e ter um diálogo mais próximo com o povo.

RM: Acredita que há uma saturação política do casal Gilvana/Zé Mário?

LS: A saturação e o desgaste político pelo grupo do Zé Mário que há muito tempo no poder, basicamente 14 anos, isso gera uma inquietação nas pessoas que muitas vezes procuram o "novo" e eu sou uma terceira via. Não para estar se aproveitando do erro ou dificuldade dos outros, mas seria mesmo na intenção de ajudar minha cidade a se desenvolver e crescer. Acho que ataques e ofensas devem se deixar de lado e pensar mais nas proposições, ideias e soluções mais urgentes que nosso município precisa.


RM: Como você ver a vitória de Bolsonaro, candidato que teve o seu apoio?

LS: A vitória de Bolsonaro eu vejo como uma mudança e com bons olhos, mas ao mesmo tempo com cautela, nem tudo que ele propõe pode ser bom para todos, mas no geral acredito que ele começa a ascender uma mudança pela saturação do governo PT que foi mais fragilizado na crise de 2008 até os dias atuais. É torcer para que ele realmente faça o que é óbvio, pois esse país ficou praticamente de cabeça para baixo. Acho que ele (Bolsanaro) ganhou porque o PT não renovou o diálogo e deixou o país perder a governabilidade do governo Dilma (Rousseff) que não conseguia ter sintonia com o Congresso Nacional. Mas realmente, o próprio congresso precisava ser renovado, afinal lá tem muitas raposas que vivem de vida fácil sem mudar a realidade do país e, sim o interesse privado.

RM: Uma polêmica de Jair Bolsonaro é a causa LGBT. Você concorda com união gay?

LS: Eu acho que o estado não tem o poder de interferir nas relações das pessoas e, isso deve ser resguardado por lei, destinar a união para quem queira seja ela qual for. O estado é laico, e infelizmente, temos uma bancada religiosa. Eu não acredito que seja religiosa porque lugar de religiosos é na igreja e não na política. Em relação a união, as pessoas que se amam independente do sexo, cor ou ideologia devem se sentir livres de se unir com quem quiser. Ninguém é obrigado a concordar, quem deve concordar é que deseja fazer tal união.

RM: Quando você diz: "Lugar de religiosos é na igreja e não na politica"... para quem prega o "novo" não seria uma forma ultrapassada de tratar a coisa pública?

LS: Não. Na minha visão as ideologias e religiões devem ser respeitadas qualquer manifestação de fé. Somos um estado laico, e impor doutrinas religiosas no Congresso é uma ameaça a nossa democracia e até a diversidade religiosa que temos em nosso país. E, eu na condição de um cristão jamais aceitaria um padre deixar de lado o projeto de Deus, pois isso desvirtua a sua missão por exemplo que é pregar a palavra de Deus. E um pastor deve seguir sua missão de falar de Deus. Sem contar que acho que quando colocam Pe. Francisco, Pastor Ciclano, não acho nem que irão fazer algo pelo país. Vejam por exemplo o Eduardo Cunha, jamais imagino ele como um representante dos evangélicos e sim uma raposa do dinheiro público. As igrejas hoje usam e se aproveitam do mercantilismo da fé, e com isso aproveitam para usar o nome de Deus para fazer falcatruas na política, o mesmo ocorre em algumas congregações. Isso não vem ao caso, mas é contra a minha ideologia esse tipo de prática.

RM: Esse mercantilismo da fé foi usada por Bolsonaro que teve apoio de várias igrejas de todos os lados. Edir Macedo (Igreja Universal) e Pastor Malafaia (Assembleia de Deus), além da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), da Igreja Católica, apoiaram o seu candidato. Enfim, é só um comentário, eu acredito que a  vida pessoal é de cada um...

LS: Cada um procura ser feliz. E impedir esse tipo de união é impedir as liberdades. O nosso país já foi privado por muito tempo, com certeza deve ser respeitado. Preconceito ficou para pessoas pequenas e vejo sem espaço na política ou em qualquer meio pessoas que os tenham são rudes ou desprovidas do conceitos das coisas.

RM: Eu entendo. Então, você não concorda com muitas falas de Bolsonaro sobre o tema...

LS: Eu já penso diferente em relação ao adotado pelo Bolsonaro. Mas muitas ideias dele vejo como urgentemente necessárias. Concordo com cerca de 70% das ideias dele, mas tudo seria impossível. Dizer amém para tudo não é meu forte.

RM: Por isso se lançou pré-candidato?

LS:  Eu me lancei pré-candidato, pois vejo que tenho muito a contribuir com nossa cidade, nosso estado e nosso país. É preciso ter uma visão holística e uma visão de águia para buscar soluções dos problemas. Problemas - todas as gestões têm - e eu como "novo" estou disponível para a sociedade patoense. Quero ajudar a solucionar esses enigmas.
Lucas Santana apoiou Bolsonaro, mas diz que não concorda com tudo do presidente eleito. Em 27 de junho de 2015 ele pôs no filtro de sua foto no perfil do Facebook o apoio à união de gays.




EM SÃO JOÃO DOS PATOS LADRÃO É FLAGRADO INVADINDO CASA O ladrão agora ficará famoso Tempo bom era aquele em São João dos Patos que ...