Inexperiente, sentada à mesa e cadeira que ocupa na Câmara Municipal há 1 ano e 8 meses, já deu para aprender como as coisas funcionam. Rayanna viu, ainda criança, dentro de casa a movimentação de eleitores e de políticos em busca do pai.
Ela já sabe a importância que é ter um deputado estadual e um federal no apoio ao trabalho, leia-se obras, na região dos Noletos. Isto dá votos nas eleições municipais. E se tiver um eleito no Palácio dos Leões, nem se fala...
No caso do trio Noleto (pai, filha e tio), uma eleita seria a cereja do bolo, já que eles apoiam nestas eleições de 2018, Roseana Sarney. Aquela que já foi governadora outras quatro vezes; aquela filha de uma oligarquia que mandou no estado do Maranhão por quase 50 anos de atrasos, e por fim, aquela de tão queimada esconde até o sobrenome Sarney para tentar enganar os eleitores.
É uma luta árdua. Uma pessoa ligada à família me garantiu que os ânimos não estão lá essas coisas quando o assunto é corrida para o governo.
A cada pesquisa revelada há uma enorme desilusão, mas preferem acreditar que daqui para o dia da eleição algo pode mudar o quadro atual.
A fonte me contou, Raimundo e Tangará confiam na última hora que a família Sarney vai "abrir as torneiras". E que essa eleição ainda não está decidida, mesmo com os números das pesquisas.
Bom, eleição tem seu preço, disso todos nós sabemos. Agora, se a tal da guerreira vai ser generosa já sabendo que tudo está indo de água abaixo são outros quinhentos...
Conhecendo quem é Raimundo e Tangará a pessoa me disse: "Quando a taca comer, eles serão os primeiros a andarem falando mal de Roseana, assim tentarão se distanciar de olho em 2020".
Eu não duvido nada já que os irmãos dormem e acordam sonhando com a cadeira que hoje quem senta é Gilvana, esposa de Zé Mário, seus mais novos desafetos na política patoense.
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