segunda-feira, 8 de outubro de 2018

E AGORA? CADÊ O JABÁ?
Não se fala noutra coisa no mundo do rádio 


Cada um tenta levar para casa o leite das criancinhas. Isto é absolutamente normal e necessário. O problema está quando a forma escolhida é, digamos, nada honesta e convencional.

Comenta-se na "Rádio Corredor" que certo comunicador, acostumado há  muitos anos em fazer entrevistas em prol de benefício próprio,  recebendo propina para levar ao ar algumas pautas,  está desolado depois do resultado das eleições deste domingo (7/10).

É que ele teria um "esquema" com um deputado federal que, quase semanalmente, estava sendo entrevistado em seu programa no rádio. 

Teve semana, por exemplo, na época do impeachment da presidente Dilma Rousseff (2016) que o político foi conceder entrevista a cada segunda-feira, antes de viajar para Brasília e, a cada sexta-feira quando voltava a Fortaleza. 

Aliás, não é bem uma entrevista.  É um pronunciamento. O político chegava, e falava tudo o que queria por 30, 40, 50 minutos.  Às vezes até mais de uma hora, estourando o tempo e, enlouquecendo o departamento de radiojornalismo.

Até tentaram dar um jeito, porém, ficaram somente nas tentativas, dizem.

Pois bem, na eleição de ontem o tal político não conseguiu votos suficientes e, está fora do mandato.

Ou seja, a tetinha secou para o locutor.

O tal do comunicador já para garantir o futuro, inclusive, gravou nas redes sociais um vídeo de apoio a outro candidato, traindo o "santo pagador".

Sem um pingo de cerimônia, fazendo o jogo do "vai que cola". Mas para azar dele também perdeu.

Esse é o mundo de quem se diz ético, sério e cobra de todos (no ar) uma postura que nem ele tem.

Na postagem da página do novo "irmão e amigo" teve uma enxurrada de comentários negativos sobre o pseudo apoio do radialista.

E assim caminha a humanidade...









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